domingo, 26 de setembro de 2010
is there life after India?
with my eyes full of tears, my mind full of memories, my heart full of joy.
I LOVE YOU IMPREDICTABLE INDIA
...
and don't ask me what i'll miss the most because is just too hard.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Chandigarh airport - 23 September 2010 - 19h37
Crossing the airport to get on the plane, under this indian full moon, i could feel the humidity is back, after 2 days of rain, the same humidity that got me the day i first came... like it was a circle coming to the end.
I'm still struggling to find out some words to express my feelings, despite knowing that i should face and accept the fact that it is impossible (not possible mam) to describe it.
As if inside everything was boiling and boiling and still nothing really true comes out, because the really important things, the ones that really matters, they have no name, ther is no word even yet to be invented to express it, and probably never will.
And even knowing i will never be able to express to describe it, i feel that this important things will go with me forever, even if i never name them, or specially if i never name them.
Such kind of feelings, emotions, moments, jokes, memories, untranslatable details! are the things i'll miss the most, and not even a best seller book would be enough to get close to explain just 1% of what's going on inside my head and heart, and not even 1% of how India wrote on me. And still writes on me.
And as the tears como to my eyes, i'm sure that this indian scars under my skin will spread all over and, hopefully, by some kind of osmose, maybe i can make you feel India as i do, or, at least, without anyword, bring it to you in a lullaby.
I never know how to say goodbye.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
To You
Seems to me it was yesterday, when i saw you sitting in that college with your luggage, and we realised we would work together. Next minute we were sitting in the bushes, smoking a cigarette and sharing our first impressions, and next day we were travelling together, the first of many unforgettable trips.
Since that time we've been into an amazing and uncredibale journey, impossible to describe, as impossible is to describe impredictable India. We travelled all kind of bus and road, we slept in all kind of beds, we walked some miles on our way, but we never gave up.
Always looking up, creating new forms and new languages, experimenting new feelings, sharing smiles and tears, making it happen now and here. Overcoming ourselves, re-inventing emotions and behaviours, looking at the bright side, singing in the streets of Phagwara something in our own invented language (that none of us understand), dancing in the rain, in the pudles, making “strip-races” in the rooftop, walking barefoot to the hotel in Amritsar, running in the station, lifting our skirts in the stairs of the hostel, talking without a single word, guessing eachother thoughts... like monkeys, you know?
What is left to say? How to go home after 2 months in India? We shared everything, shampoo, icecream, chicken rolls, chocolats, beds, work, now who will jump with me in the pudles, do crazy things, now there's an empty place, impossible to replace (not possible madam).
You are always on my mind.
Our feet step the same floor, our bones experienced the same cheap bus and awful roads, our lips smiled together, we slept on the same rooms, under the same circumstances, nothing can scare us anymore, everything is confortable from now on, after India, how can we go back and live somewhere else?
Is not easy... i realised that i like opening suitcases much more than closing them...and i hate to say goodbye... the only good thing is to say hello again, next year in Goa.
And now i just talk to you on the phone, and all the feelings grow in my mind again, and i'll be waiting eagerly to hug you again and haaaaaaaaaaaaaaaaanji!
I couldn't have a better partner, you are just perfect.
spasibo za to, 4to bula takoi kakaya tu est´!
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
I've been roaming around i was loking down to all i see...
Ainda não me fui embora e já estou com saudades daqui. Esmagadoras. Por mais que tente descrever como é estar aqui, por mais que tente explicar ou escrever tudo o que acontece e existe a cada minuto, não consigo expressar a multidão de sentimentos que por aqui vai.
É que por aqui, tudo é muito mais intenso, sobretudo quando o corpo e a cabeça já só conseguem estar aqui e já se esqueceram de como é estar noutro sítio qualquer.
Sinto-me eléctrica e inquieta, e ao mesmo tempo é como se ainda estivesse a absorver tudo o que se tem passado nos últimos dias...como se isso fosse possível, para já.
Não tenho sono, há uma reunião de sentimentos e pensamentos na minha cabeça e aparentemente eu não fui convocada - está para lá da minha racionalidade.
Por outro lado sinto-me numa outra dimensão, como se tudo me fosse perfeitamente conhecido, não de forma racional mas de forma intuitiva, como se a minha forma de estar, o meu ritmo interno, as minhas necessidades e prioridades se tivessem ajustado a esta Índia, a este ritmo, a esta poeira, a esta imprevisibilidade, a esta coisa que se entranha sem darmos por ela.
Já me habituei de tal forma ao calor e humidade, que quando dou por mim no quarto esqueço-me de ligar a ventoinha. Já nem pergunto aonde vamos, nem a que horas o quê, já simplesmente estou e vou, e quando sei já estou ali, e a seguir não sei aonde. Já me habituei à chuva repentina e ás poças de água, à lama nos sapatos e a tudo o resto. Quando a comida não tem picantes parece faltar qualquer coisa. Esqueço-me das horas e dos dias.
Afinal, desde o princípio sempre soube o que tinha de saber, e tudo o tive enquanto cá estive, é tudo o que é preciso.
E agora acho que o choque vai ser quando voltar. Aquele sentimento de desajuste à realidade que tive na primeira semana na Índia. Aquela vontade de ainda aqui estar, aquela coisa do corpo estar aí e a cabeça ainda estar aqui. Aquela impotência para comunicar com todos os que nos esperam o que é que se está a passar aqui dentro. Como alguém que não está aí.
É quase ridículo tentar transmitir a dimensão de uma experiência como esta.
É até contraditório porque sinto uma enorme vontade de partilhar todos os pormenores e ínfimos detalhes, mas por outro lado apetece-me guardar tudo só para mim, ou talvez seja só porque me sinto incapaz de escrever as coisas como elas são.
E olhando para trás tudo parece fácil e simples, como se de repente tudo o que foi choque e confusão, tudo o que era estranho e desencaixado fosse agora perfeitamente natural. O que pareceu difícil e quase insuportável ao início, agora é absolutamente óbvio e acertado. Todos os obstáculos e os desconfortos, todas as pedras no caminho, todas as privações, todos os rios, todos os montes, fazem sentido e foram fundamentais para enriquecer ainda mais a experiência e o sentido desta viagem.
Se o nosso quarto no hostel tivesse ar condicionado, tivesse T.V. e casa de banho, imagino que não teríamos saído daquele quarto e teríamos experienciado menos. Se tivessemos tido internet, provavelmente não teríamos dançado com as miúdas do hostel, não teríamos saído para o telhado para fazer brincadeiras malucas, não cantaríamos tanto e tudo seria diferente. Mas fomos nós, reinventámo-nos a cada barreira, imaginámos coisas impossíveis, inventamos formas de passar o tempo, cantámos, saltámos, rimos, interagimos, vivemos.
Transformar todas as diferenças em simbiose, essa foi a verdadeira viagem, o verdadeiro desafio, a maior experiência de todas.
Andar nos piores autocarros, nas piores estradas, não fazer a menor ideia do que se está a passar, não entender nada do que se diz, desconhecer onde se vai dormir no dia seguinte, dormir e viver em condições completamente diferentes da nossa realidade habitual...nada de isso chateia, nada estranha, tudo encaixa perfeitamente e o que parece agora, é o evidente:
que afinal tudo aquilo que nos parecia faltar, não falta; tudo aquilo que era esquisito, afinal é normal, tudo aquilo que parecia menos bom, agora é apenas de outra maneira.
Como se tudo ficasse suspenso e o tempo parasse.
What about Manali
Como descrever Manali... ?
Manali das maçãs de manhã à noite, das noites acordadas e das noites sonhadas, Manali das montanhas, Manali das entranhas, das cascatas e das pedras
Manali dos sorrisos e das gargalhadas que levam às lágrimas,
Manali dos silêncios quebrados e das palavras não ditas
Manali...
evidentemente não consigo.
Depois de um mês e meio a viver na Índia, depois de experimentar 16 camas diferentes, de viajar em todo o tipo de camionetas e autocarros, em riquexós e auto-riquexós, de percorrer muitos kilómetros (quantos?) em auto-estradas e estradas esburacadas de terra batida, a medir a resistência a todos os segundos e a vivenciar o intraduzível a cada manhã, a cada noite, depois de tudo o que as palavras não podem explicar, depois de tudo que a cada segundo nos fica no corpo, chegar a Manali é entrar no paraíso sem tirar os pés do chão.
Tudo é bom em Manali. A paisagem é maravilhosa em Manali. A comida é deliciosa em Manali e mesmo as maçãs e os biscoitos são os melhores do mundo em Manali. As pessoas são gentis e amigáveis em Manali. E até a chuva é gentil em Manali. Os cães são felizes em Manali. As pessoas são sorrisos em Manali e as ruas de Manali são brincadeiras de criança a cada passo, e a atmofera de Manali sabe a biscoitos caseiros acabados de fazer. Todos os momentos são sagrados em Manali e todas as horas são simples em Manali, como dias de chuva numa janela e noites de riso num telhado de nuvens.
Impossível traduzir Manali.
Manali das maçãs de manhã à noite, das noites acordadas e das noites sonhadas, Manali das montanhas, Manali das entranhas, das cascatas e das pedras
Manali dos sorrisos e das gargalhadas que levam às lágrimas,
Manali dos silêncios quebrados e das palavras não ditas
Manali...
evidentemente não consigo.
Depois de um mês e meio a viver na Índia, depois de experimentar 16 camas diferentes, de viajar em todo o tipo de camionetas e autocarros, em riquexós e auto-riquexós, de percorrer muitos kilómetros (quantos?) em auto-estradas e estradas esburacadas de terra batida, a medir a resistência a todos os segundos e a vivenciar o intraduzível a cada manhã, a cada noite, depois de tudo o que as palavras não podem explicar, depois de tudo que a cada segundo nos fica no corpo, chegar a Manali é entrar no paraíso sem tirar os pés do chão.
Tudo é bom em Manali. A paisagem é maravilhosa em Manali. A comida é deliciosa em Manali e mesmo as maçãs e os biscoitos são os melhores do mundo em Manali. As pessoas são gentis e amigáveis em Manali. E até a chuva é gentil em Manali. Os cães são felizes em Manali. As pessoas são sorrisos em Manali e as ruas de Manali são brincadeiras de criança a cada passo, e a atmofera de Manali sabe a biscoitos caseiros acabados de fazer. Todos os momentos são sagrados em Manali e todas as horas são simples em Manali, como dias de chuva numa janela e noites de riso num telhado de nuvens.
Impossível traduzir Manali.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Descalços no caminho
Apercebi-me de repente que me restam apenas e só duas semanas na Índia e foi como se um murro no estômago viesse não sei de onde e me encostasse à parede. Não quero ir, ainda não.
Só mais uma semana, só mais um mês...ou dois.
Sei que as duas semanas vão voar, divididas entre aulas e viagens, reencontros e despedidas, sorrisos e lágrimas no canto do olho ou pela cara abaixo, e é quase impossível não viver a saudade antecipada da partida.
Como se agora, e por fim, me sentisse em casa, depois daqueles dias em que ainda me debatia por tentar mudar o ritmo das coisas, a cadência das acções, a natureza deste mundo novo.
Finda a batalha da adaptação, surge uma aceitação absoluta das coisas como elas são, uma vontade de permanecer na imutabilidade desta lentidão, um desejo de conservar este silêncio falado, esta solidão acompanhada, estas conversas mudas e estas horas sem minutos nem segundos.
Sinto agora uma compreensão intraduzível por tudo o que me rodeia e sinto também agora fazer parte deste universo circundante como se não fossemos entidades separadas mas uma só.
India está me no corpo mais ainda que no pensamento, está me na pele, nas pontas dos dedos e na ponta dos cabelos, e para bem da verdade, eu gosto assim, na pele, no corpo, na boca e no silêncio das noites quentes.
Para bem da verdade eu quero ficar, e ficando esquecer-me de mim.
Mergulhar no pó das ruas, afundar-me no caos da estrada, adormecer-me nas vozes gritadas que não entendo, perder-me em mil gestos de uma língua inventada entre nós só para estarmos mais perto, só para irmos mais dentro, para o outro lado de nós, de mim de ti, descobrir canções no vento quando a chuva cai depressa e cantar poemas virados do avesso quando o suor cai pelas costas e as mãos escorregam no calor dos dias.
Quero que me engulas na vertigem da tua poeira húmida pintada de açafrão e incenso, e que o tempo não seja mais que uma invenção sem sentido para prender-nos ao mundo dos homens e das coisas, e que perdido o sentido do tempo, a vida não seja mais que um doce compasso sem horas nem minutos, eternamente dançado ao som dos suspiros das madrugadas sem fim.
E se por fim nos cansarmos da nossa própria companhia, podemos fugir sem aviso, partir sem adeus, e voltar sempre sempre, quando a ânsia do regresso nos agarre frágeis e sedentos de nós.
E nos passos do caminho, nos meus pés descalços no caminho, no meu olhar perdido no caminho, no meu coração rendido no caminho, eu vou te encontrar mesmo quando não oiça a tua voz.
“Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. (…)
Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre.”
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Enquanto eu me lembrar
Hoje foi um dia perfeito em Phagwara. Senti-me verdadeiramente Eu. Por vezes o calor é de tal forma que custa fazer qualquer movimento, por mais pequeno que seja e seja qual for a direcção. O facto de trabalhar apenas 40 minutos por dia faz com que a preguiça seja uma disposição que se vai apropriando de mansinho do ser. Mas hoje não. Hoje fui eu e foi tão bom. Levantei-me da cama toda ensonada, tomei o pequeno-almoço e "lecture, aqui vou eu!".
A internet não funcionava e também não podia ouvir música ou ver um filme porque não tinha bateria no computador - tinha de comprar um conversor para o plug do meu carregador do Mac (parece complicado mas é simples), e além disso o livro que trouxe para me acompanhar chegou ao fim dos capítulos (Não te deixarei morrer, David Crockett - Miguel Sousa Tavares), e a Focus portuguesa também não tinha mais artigos para dissecar. Restou-me então ser eu, como tento ser naturalmente, e como sou mesmo quando não tento ser, ou até sou mais eu quando não dou por ela.
Quer isto dizer que pode ter sido a conjugação de vários factores ou pode ter sido a espontaneidade do momento que me fez sair do quarto e escrever em post-its cor-de-rosa palavras de mel e jasmim para colocar em cada porta de cada quarto do hostel, a desejar bom dia a cada habitante deste pequeno universo que nas últimas 3 semanas e por mais 3 semanas ainda (e só!) também é meu. Senti-me eu com vontade de surpreender, de iluminar o dia, de contagiar os segundos com a minha alegria de viver, de provocar sorrisos e gargalhadas, hoje ainda mais do que é costume.
E como sempre acontece nestes dias perfeitos em que naturalmente somos nós, tudo é perfeito e nada poderia ser melhor ainda - fui para a cozinha do hostel (sim já temos cozinha, limpinha, espaçosa e ilumindada: perfeita!) e fiz o meu primeiro chapati!
O resto do dia foi iluminado por este começo auspicioso, sem grandes novidades ou peripécias, entre os sorrisos silenciosos e tímidos das meninas do hostel, os agradecimentos pelos votos de bom dia, a curiosidade de uma professora designer de roupa sobre os motivos típicos portugueses (ficou encantada com os azulejos que lhe mostrei), os passeios pelas ruas poeirentas e quentes de Phagwara sob o olhar dos traseuntes que, caminhando pelo seu pé ou montados em motas arcaicas ou nos típicos rickshaws, nos observam de olhos abertos de espanto e mudos de rendição.
Numa das voltas desses passeios do mercado de Phagwara deu-se um acontecimento que tcompletou ainda mais a beleza deste dia: estavamos a comprar maçãs e pêras na rua quando uma sesnhora com os seus 60 anos decidiu meter conversa e interceder por nós junto do vendedor, não fosse ele enganar-nos.
Meter conversa é como quem diz, porque a senhora falava entre sorrisos e meias palavras em inglês, muitos gestos e sobretudo Hindi, mas lá nos conseguimos entender e a "Lady Smile"( foi assim que baptizei porque tinha de a baptizar para sempre na minha memória de alguma maneira) não só fez questão de nos escolher a melhor fruta mas também de nos acompanhar até à escola e de se certificar que ficávamos bem entregues.
Durante este trajecto até à escola, conseguimos entender-nos entre palavras e grunhidos, gestos de mãos, acenos de cabeça e muitos olhares e sorrisos. Quando chegou o momento de atravessar a estrada (que é sempre um missão espalhafatosa e que implica a sua dose de coragem) agarrou-me a mão e olhou para um lado e para o outro, numa atitude maternal e amigável, e não me deixou passar enquanto não ficou segura de ser o momento certo, e eu respeitei, mesmo sabendo que poderia ter atravessado a rua momentos antes. Pela rua abaixo até ao colégio lá me disse que o marido tinha estado na BieloRússia e outras coisas mais que não consegui entender, e na sua cara resplandecia o orgulho de ir connosco lado a lado estrada fora, um orgulho contido e sereno de quem já viveu tudo o que tinha para viver e ainda assim não dispensa uma oportunidade de viver uma vez mais, enquanto os outros "Phagwarenses" nos contemplavam (e a ela também) com olhos de interrogação e bocas caídas de curiosidade. Foi uma das melhores conversas da minha vida.
"Enquanto eu me lembrar, estarei vivo, porque esse é o mais certo indício de vida. Eu estarei vivo e, vivendo, não deixarei morrer quem caminhou comigo, ao longo do caminho. " MST, in Não te deixarei morrer, David Crockett
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
meu querido Taj Mahal
Já tinha sonhado muitas vezes com este momento mas estar lá... it's something else!
Um mês e dois dias ou três
Apercebi-me que cheguei à Índia exactamente há um mês e dois, aliás três dias, e de repente fiquei com saudades antecipadas. Faltam apenas três semanas, que são o tempo de quê? Agora o tempo passa a correr e todos os segundos escorregam entre os dedos que tentam agarrar qualquer coisa que não se agarra porque nem se toca, apenas se guarda na memória, na pele, no corpo, na essência da alma onde se escondem as coisas boas, aquelas que não se conseguem dizer nem pintar, aquelas só se podem viver.
Ai, Índia, Índia :) já estou com saudades de ti
Ai, Índia, Índia :) já estou com saudades de ti
Amritsar - Golden Temple
O Golden Tenple, em Amritsar, estado do Punjab na Índia, é sem dúvida um dos sítios a não perder. Além da sua beleza e misticismo (um dos locais mais importantes dos Sikhs na Índia), emana deste lugar uma envolvência e uma tranquilidade que nos transportam para uma dimensão celestial e nos fazem mergulhar num sentimento de paz e clarividência. Recomendo. De dia e de noite.
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